Morning Gallo #0205: protestos na China ameaçam mercados globais; Ações asiáticas fecham em baixa; Futuros em NY indicam abertura negativa

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As ações asiáticas encerraram a primeira sessão da semana em queda generalizada, a exemplo dos futuros em Wall Street, à medida que a crescente agitação popular na China sobre as restrições impostas pela política Covid Zero do governo chinês, vem trazendo muitas incertezas para o ambiente de negócios.

Como era de se esperar, os mercados responderam negativamente aos protestos generalizados e ao aumento do número de casos na China, que provavelmente desencadearão novas interrupções na cadeia de suprimentos e diminuirão a demanda de consumo, pelo menos no curto prazo.
O dólar ganha força como um refúgio seguro, mostrando ganhos notáveis ​​em relação às moedas da Austrália e da Coreia do Sul, fortemente expostas ao comércio com a China.
Entre as commodities, o petróleo caiu para o nível mais baixo desde dezembro, com o Brent sendo negociado na casa dos US $ 81,00 (-2,45%) uma vez que os desenvolvimentos na China puniram os ativos de risco e obscureceram as perspectivas para a demanda de energia, aumentando as tensões em um mercado global de petróleo já fragilizado.

O clima pessimista que emana da China contrasta com o impulso do sentimento nos mercados globais na semana passada, depois que as atas da reunião do Federal Reserve de 1º a 2 de novembro mostraram que a maioria das autoridades apóia a desaceleração do ritmo de alta das taxas de juros.

O S&P 500 registrou um ganho semanal de 1,5%, que levou o índice ao nível mais alto desde o início de setembro. O Nasdaq 100 também obteve ganhos na semana.

Todos os olhos estarão voltados para o relatório de empregos dos EUA esta semana, também para o presidente do Fed, Jerome Powell, e para o presidente do Fed de Nova York, John Williams, que estão entre os membros do banco central programados para falar.

Em meio aos desafios na China, o banco central do país cortou na sexta-feira a quantidade de dinheiro que os credores devem manter em reserva pela segunda vez neste ano, uma escalada de apoio a uma economia que está sendo prejudicada pelas restrições da Covid.

Por aqui, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou na noite deste domingo (27/11) em Brasília, onde terá reuniões com partidos e bancadas sobre a PEC da Transição durante a semana.

O primeiro compromisso da agenda de Lula será uma reunião com o vice-presidente eleito e coordenador do Gabinete de Transição, Geraldo Alckmin (PSB), às 11h30 desta segunda-feira (29/11), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da transição.

A PEC da Transição está travada hoje “por falta de articulação no Senado”, segundo ressaltou a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente do PT e uma das coordenadoras do Gabinete de Transição.

“Ele [Lula] quer conversar novamente com o presidente da Câmara e o presidente do Senado. Ele deve passar em Brasília de segunda a sexta para fazer essas conversas, para a gente também encaminhar a PEC”, disse a presidente do PT.

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